CABRA e ICORN na mídia brasileira

2015


Etíope será o primeiro acolhido na Casa Brasileira de Refúgio
O escritor e jornalista Girma Fantaye, nascido em 1980 na Etiópia, será o primeiro autor a ser acolhido pela Casa Brasileira de Refúgio (Cabra), fruto de uma parceria entre a Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop) e a Rede Internacional de Cidades de Refúgio (Icorn, na sigla em inglês). O anúncio será feito oficialmente na 11ª edição do Fórum das Letras, organizado pela Ufop, que acontece entre os dias 4 e 8 de novembro na cidade histórica mineira com o tema “Diversidade cultural e liberdade de expressão”. O escritor ficará quatro meses em Ouro Preto, com moradia e apoio financeiro garantidos pela universidade, onde integrará o Programa de Pós-Graduação em História, participará de pesquisas e de atividades acadêmicas, como cursos e palestras.
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Imagem: Matej Pušnik / Matej Pušnik/Divulgação de O Globo

Publicado pelo Jornal O Globo, reportagem de  Leonardo Cazes, 30/10/2015. Leia a reportagem completa em http://oglobo.globo.com/cultura/livros/etiope-sera-primeiro-acolhido-na-casa-brasileira-de-refugio-17919676#ixzz3q4vVwsXp


Creative Resistance: Report from ICORN Network Meeting 2015

Under the title Creative Resistance – Stories from the Edge of Freedom, writers, artists, activists, city officials and human rights defenders from all over the world gathered in Amsterdam for the joint ICORN Network Meeting and PEN International Writers in Prison Committee Conference in May, to scrutinize the condition of freedom of expression.

Brazil. We heard reports from Brazil, where CABRA, an NGO founded by Sylvie Debs, ICORN ambassador to Brazil, to establish cities of refuge in Brazil, presented a plan to realize the ICORN programme in Ouro Preto and Minas Gerais/Belo Horizonte, in collaboration with local politicians and the cities’ universities. Lucia Castello Branco, Guiomar de Grammont and Leda Maria Martins, Director of Cultural Actions at the Universidade Federal de Minas Gerais/Belo Horizonte presented the locations, possible solutions and the work of the university.

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Fonte do texto e das imagens: http://icorn.org/article/creative-resistance-report-icorn-network-meeting-2015



2014

PEN CLUBE DO BRASIL FAZ ATO SOBRE ESCRITORES PERSEGUIDOS
No dia 5/11 foi realizada mesa-redonda na sede social do PEN Clube para discutir a liber- dade de expressão no Brasil e no mundo. O ato contou com a participação do escritor norueguês Helge Lunde, Presidente do International Cities of Refuge Network (ICORN); do poeta Carles Tor- ner, Diretor Executivo do PEN Internacional (Londres); e da professora Sylvie Debs, Coordenadora das Casas Brasileiras de Refúgio (CABRA) e representante do ICORN no Brasil.

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Leia o Boletim do PEN Clube aqui: boletim_novembro_2014.pdf



Brasil pode ganhar casas para escritores estrangeiros perseguidos
Grupo brasileiro, em parceria com ONG norueguesa que atua em mais de 40 cidades do mundo, quer colocar o país no mapa dos locais de refúgio para autores ameaçados
Por Leonardo Cazes, publicado em O globo em 03.05.2014
Veja o texto na íntegra aqui: Por Leonardo Cazes para O Globo


Abrigo à literatura reprimida

A ideia é tornar a cidade de Ouro Preto a primeira da América do Sul a ter uma casa para receber esses artistas. O primeiro passo nessa direção acontecerá quarta-feira, durante a abertura oficial do evento, quando o diretor internacional do Icorn, Helge Lund, e o reitor da Ufop, Marcone Freitas, assinam uma carta de intenção para criação da casa. “Vamos disponibilizar uma vaga para escritores internacionais durante quatro meses do ano e contribuir com a alimentação”, adianta Paiva.
Para conhecer de perto a experiência desses artistas, entretanto, não será preciso esperar até o ano que vem. O poeta e tradutor persa Mohsen Emadi e a poeta hondurenha Júlia Olivera participam do debate Exílio ou Silêncio já nesta quinta-feira. “Eles fazem parte dos 792 escritores perseguidos e identificados pelo Icorn em 2013. Entre eles, 72 encontravam-se em caso urgente, e conseguimos acolher 15”, conta Sylvia Debs, representante da ONG no Brasil.

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Veja o texto na íntegra aqui: http://www.otempo.com.br/diversão/magazine/abrigo-à-literatura-reprimida-1.938113



PEN Clube e entidades internacionais discutem criação de cidades de refúgio no Brasil para escritores perseguidos

O Brasil será o primeiro país da América do Sul a ter cidades refúgio para escritores perseguidos.

(…) No início deste ano, na sede do PEN Clube do Brasil, foi discutido o projeto de criação de Casas Brasileiras de Refúgio (CABRA), instituída como associa- ção civil, sem fins lucrativos, com a presença dos escritores Cláudio Aguiar, Elizabeth Dyvik, representante do ICORN e Sylvie Debs, representante de CABRA e Guiomar de Grammont, professora da Universidade Federal de Ouro Preto e curadora do Fórum das Letras daquela cidade. Dava-se, assim, o primeiro passo destinado ao acolhimento de escritores perseguidos no Brasil.

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Leia o Boletim do PEN Clube aqui: boletim_outubro_2014.pdf



LITTERATURE – Des maisons de refuge pour écrivains au Brésil : l’espoir d’une Française

On estime à près de 1.000 le nombre d’écrivains persécutés dans le monde. Pour les accueillir, 40 maisons refuges existent, sous la houlette d’Icorn, qui souhaite étendre son réseau. Sa représente au Brésil est française: Sylvie Debs, qui négocie actuellement dans cinq villes du pays l’accueil d’écrivains en danger. Lepetitjournal.com s’est entretenu avec cette défenseuse de la liberté d’expression.

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Leia o texto na íntegra aqui: http://www.lepetitjournal.com/rio-de-janeiro/actualite-bresil/198769-litterature-des-maisons-de-refuge-pour-ecrivains-au-bresil-l-espoir-d-une-francaise



BRASIL ABRIRÁ RESIDENCIA PARA ESCRITORES EXTRANJEROS PERSEGUIDOS
27 DE OCTUBRE DE 2014

A partir del segundo semestre de 2015, la ciudad Ouro Preto, en Minas Gerais, albergará la primera residencia en Brasil para escritores extranjeros perseguidos en sus países de origen. El proyecto, conocido como Casa Brasileña de Refugio (CABRA) y que será anunciado el miércoles en la apertura del Fórum de Letras en Minas, es desarrollado por la Universidad Federal de Ouro Preto (Ufop), la organización PEN Club do Brasil y la Red Internacional de Ciudades de Refugio. La iniciativa prevé que los escritores exiliados den cursos en las universidades del país.

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Texto e imagem publicados por BRASIL 247: INFORMACIÓN EN ESPAÑOL SOBRE EL MAYOR PAÍS DE AMÉRICA LATINA. Veja mais em: http://es.brasil247.com/es/247/ciudades/3786/Brasil-abrirá-residencia-para-escritores-extranjeros-perseguidos.htm



Escritores perseguidos recebem ajuda para viver em outro país que ofereça segurança

No último dia 4 de novembro o poeta iraniano Mohsen Emadi contou sua história no seminário sobre a liberdade de expressão e a criação de casas brasileiras de refúgio para escritores perseguidos. O evento aconteceu no Centro de pesquisa e formação do SESC de São Paulo e também contou com a presença da escritora Diana Vallejo, que foi perseguida em Honduras. As casas de refúgio integram o ICORN (International cities of refuge network), organização internacional de sócios independentes, que oferecem lares seguros para escritores continuarem escrevendo livremente longe do país de origem e com segurança. A ICORN trabalha em conjunto com o Clube Internacional de escritores PEN (Poetas, Ensaístas e Romancistas, em inglês) que é uma organização não-governamental que defende os direitos humanos e a ideia de que a liberdade de expressão e a literatura são inseparáveis.

Atualmente, 45 cidades participam da ICORN, sendo a maioria na Europa e um grande parceiro na América latina, que é o México. O seminário ocorrido no SESC apresentou a associação CABRA (Casas Brasileiras de Refúgio) fundada por Sylvie Debs, representante oficial da ICORN no Brasil, que pretende conseguir cidades brasileiras para abrigar esses escritores. “Estamos em contato com as prefeituras de algumas cidades para fazermos parceria”, conta Debs. 

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em  8 de novembro de 2014
O texto está disponível no site da Adus – Instituto de Reintegração do Refugiado: http://www.adus.org.br/2014/11/escritores-perseguidos-recebem-ajuda-para-viver-em-outro-pais-que-ofereca-seguranca/#sthash.IvAfb30y.dpuf



Fórum das Letras confirma primeiras atrações internacionais

Koulsy Lamko e Mohsen Emadi estão entre os convidados estrangeiros; evento acontecerá entre 29 de outubro e 2 de novembro, em Ouro Preto

Neste ano o Fórum das Letras debaterá o mote “Escritas em Transe”, relacionado aos 50 anos do Golpe Militar, e contará com a presença de autores ligados ao universo político dentro e fora do Brasil. Um deles será o dramaturgo, poeta e romancista Koulsy Lamko. A segunda confirmação é o poeta persa Mohsen Emadi, membro do Movimento Verde iraniano, constituído a partir dos protestos contra os resultados das eleições presidenciais de 2009 no país. O encontro literário é gratuito e acontecerá entre os dias 29 de outubro e 2 de novembro, em Ouro Preto.

Veja mais em: http://www.ouropreto.com.br/noticia/303/forum-das-letras-confirma-primeiras-atracoes-internacionais



Brasil passará a abrigar escritor refugiado em 2015

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Veja artigo na íntegra em Folha de São Paulo, ANGELA BOLDRINI, 15/11/2014
http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/2014/11/1548277-brasil-passara-a-abrigar-escritor-refugiado-em-2015.shtml



Ouro Preto terá primeira residência no Brasil para escritores estrangeiros perseguidos

Casa Brasileira de Refúgio será anunciada na abertura do Fórum das Letras, quarta-feira, na cidade mineira
Ouro Preto, em Minas Gerais, vai acolher, a partir de 2015, escritores estrangeiros perseguidos em seus países de origem. É na cidade histórica que será instalada a primeira Casa Brasileira de Refúgio (CABRA), cujo anúncio será feito na cerimônia de abertura do Fórum das Letras de Ouro Preto, na próxima quarta-feira. O projeto é uma parceria entre a Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), organizadora do Fórum, o PEN Club do Brasil e a ICORN (Rede Internacional de Cidades de Refúgio, em inglês). O Fórum, que vai até domingo, terá como tema “Escritas em transe”, com vários debates sobre os 50 anos do golpe de 1964. Entre os convidados estão Mário Magalhães, Audálio Dantas, Paulo Markun, Ricardo Kotscho e Zuenir Ventura, além de dois autores acolhidos pela ICORN: o iraniano Mohsen Emadi e a hondurenha Julia Olivera.

Veja artigo na íntegra em  http://oglobo.globo.com/cultura/livros/ouro-preto-tera-primeira-residencia-no-brasil-para-escritores-estrangeiros-perseguidos-14349220#ixzz3pljHLP00



Ouro Preto será a primeira cidade da América do Sul a sediar casa para escritores refugiados

Carta de intenção será assinada na abertura do Fórum das Letras; encontro literário será realizado entre os dias 29 de outubro a 2 de novembro, na cidade história mineira

O Brasil será o primeiro país da América do Sul a sediar uma casa para escritores refugiados. A primeira Casa Brasileira de Refúgio (CABRA), associação afiliada ao ICORN, será inaugurada em 2015, em Ouro Preto.

Fonte: ETC Comunicação / Portal da Cultura de Ouro Preto. Veja o texto na íntegra aqui: http://www.ouropreto.mg.gov.br/portaldacultura/noticia/74/ouro-preto-sera-a-primeira-cidade-da-america-do-sul-a-sediar-casa-para-escritores-refugiados



Exílio ou silêncio – Fórum das Letras recebe escritores que são perseguidos políticos
Os poetas Julia Oliveira e Mohsen Emadi, de Honduras e do Irã, respectivamente, falaram sobre suas histórias e escritos no debate “Exílio ou silêncio?”, que teve comentário de Frei Betto em sua abertura, anteontem, no Fórum das Letras, em Ouro Preto.
(…) O debate ainda contou com a presença da poetisa mexicana María Tereza Atrián e do escritor brasileiro e presidente do PEN Club do Brasil – rede internacional de promoção da literatura e liberdade de expressão –, Cláudio Aguiar, e foi mediado pela francesa Sylvie Debs, representante da Icorn no Brasil.
Inspirados pela história desses e outros escritores exilados, o reitor da Universidade Federal de Ouro Preto (Ufop), Marcone de Freitas, a idealizadora e coordenadora do Fórum das Letras, Guiomar de Grammont; o diretor da Icorn, Helge Lunde, o presidente do PEN Clube do Brasil, Cláudio Aguiar, e a representante do Icorn no Brasil, Sylvie Debs, assinaram no primeiro dia do Fórum uma carta de intenção para a criação da primeira Casa Brasileira de Refúgio (Cabra).
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PUBLICADO EM 01/11/14, por FLÁVIA DENISE em Jornal O Tempo

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