Liberdade para vozes proibidas

“Para mim, o exílio faz parte da escrita, e não quero perdê-los.” Assim escreveu Maria Gabriela Llansol, que viveu em exílio, na Bélgica, durante cerca de vinte anos, tempo em que escreveu grande parte de sua obra, dando início ao que a autora chamou de textualidade.

Aqueles, cujo rosto aqui se dá a ver, talvez não definissem da mesma maneira o exílio, mas certamente não negariam que o exílio faz parte da escrita, tanto quanto as “vozes proibidas” que a constituem.

Para aqueles que, durante esta semana, estiveram reunidos em Lillehammer, Noruega, no Encontro Bienal ICORN & PEN Internacional, presentes também na exposição que se chamou “Forbidden Voices”, talvez Llansol pudesse dizer:

“Se vim para acompanhar a voz/ irei procurá-la em qualquer lugar que fale/montanha,/campo raso,/praça de cidade,/prega de céu_______”

via Sobreimpressões —

 

Sobre este evento leia também: http://www.icorn.org/article/forbidden-voices-battle-freedom-expression

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