a escrita, o exílio, a casa

Não é difícil admitirmos que o exílio e a escrita mantêm estreitas relações. Afinal, como observa Karl Erik Shollhammer, “o exílio pode ser visto como uma dissidência no seio da linguagem e a estrangeiridade como constitutiva para a criação”. O que dizer da escrita, em sua relação com o exílio, quando este é de fato uma contingência que obriga o sujeito a se reconstituir em outra língua, em outro país, “esquecendo” sua língua e sua cultura de origem?
Leia aqui o artigo completo na Revista da UFMG: https://cabrarede.files.wordpress.com/2016/10/icorn_ufmg_cabra.pdf

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